Acompanhamento dos serviços

Colégio Registral do Rio Grande do Sul lança cartilha para esclarecer sobre serviços prestados

O Colégio Registral do Rio Grande do Sul, entidade que congrega registradores públicos no Estado, está lançando uma cartilha de esclarecimento sobre as funções desempenhadas nesta atividade que ainda é tão pouco compreendida pela sociedade. Os serviços de registros públicos são: Registro de Imóveis, Registro de Títulos e Documentos, Registro Civil das Pessoas Jurídicas e Registro Civil das Pessoas Naturais.

O documento, produzido em linguagem simples, para facilitar o entendimento, apresenta informações básicas sobre o funcionamento dos serviços de registros públicos e a importância da atividade para os cidadãos e para as empresas.

O lançamento faz parte do projeto da entidade, de relacionamento com a sociedade. O presidente Julio Weschenfelder chama a atenção para o fato de que “historicamente, nós brasileiros temos dificuldades em compreender o que consideramos burocracia”. O objetivo da cartilha explicativa “é possibilitar aos cidadãos um olhar sobre o que se faz em nossos serviços e perceber que ele é realizado para a sua segurança, para a preservação do seu patrimônio e para o próprio exercício da cidadania”.

O documento esclarece desde a forma como um profissional ingressa na carreira de registrador (através de concurso público), a responsabilidade de quem exerce a profissão e a forma como trabalham e são remunerados.

O Rio Grande do Sul conta hoje com 750 serviços notariais e registrais, espalhados em seus 496 municípios. Juntos, estes serviços geram em torno de 10.000 empregos diretos.

Quem fiscaliza o trabalho prestado é o Poder Judiciário, através do Tribunal de Justiça do Estado.

O presidente do Colégio Registral faz questão de salientar a função social dos registradores de imóveis, que atuam como agentes da paz social. “Talvez as pessoas não tenham percebido, mas nós zelamos pela segurança da história da vida das pessoas, tanto no aspecto do exercício dos direitos da personalidade, quanto no econômico, relativo a seus bens”, comenta Weschenfelder.

Fonte: Raquel Guimarães – Assessora de Imprensa

 

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